No dia 18 de Janeiro, a UOL trouxe à luz uma realidade alarmante:
Trabalhadores em uma fábrica de resistência elétrica em Sorocaba enfrentam condições extremas de calor, atingindo até 48 °C. Este cenário levou a um aumento nas denúncias, destacando a urgência de ações para adaptar os ambientes de trabalho às mudanças climáticas.
O Ministério Público do Trabalho ressaltou a responsabilidade das empresas em garantir conforto térmico, especialmente em setores como a metalurgia. Trabalhadores relataram desconforto, queda de pressão e redução da produtividade, demandando medidas imediatas, como paradas técnicas e hidratação!
Essa realidade não se limita a setores ao ar livre; ambientes fechados enfrentam ainda mais desafios. Nesses casos, a necessidade urgente de adaptação e a busca por soluções, como climatização eficiente e uniformes adequados, tornam-se imperativas.
Nesse contexto, o isolamento térmico não é apenas uma escolha, mas uma necessidade vital.
Além de contribuir para a eficiência energética, ele se torna uma salvaguarda essencial para a saúde e bem-estar dos trabalhadores.
As mudanças climáticas estão aqui cada vez mais presentes, e as empresas precisam adaptar-se para garantir ambientes de trabalho seguros, saudáveis e sustentáveis.
